A correspondência não-verbal e verbal na ciência uma discussão sobre integridade na pesquisa

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Taísa Scarpin Guazi
Ana Claudia Moreira Almeida Verdu
Mariéle de Cássia Diniz Cortez

Resumo

Os tipos de fraude mais frequentemente observados no contexto científico envolvem a fabricação ou falsificação de dados e o plágio, práticas associadas ao comportamento verbal dos pesquisadores infratores. O objetivo deste estudo foi analisar e discutir alguns aspectos da honestidade e desonestidade científica em termos da literatura sobre correspondência entre fazer-dizer. Para tanto, evidências experimentais produzidas na área de correspondência verbal foram empregadas para interpretar alguns dados da literatura sobre fraude científica. De acordo com a análise, a fabricação ou falsificação de dados e plágio poderiam ser exemplos de tatos distorcidos, cujas ocorrências podem estar associadas, por exemplo, a práticas culturais que privilegiam a divulgação de resultados positivos ou que potencializam o valor reforçador de publicações científicas. Por outro lado, estratégias testadas experimentalmente na área de correspondência verbal, a exemplo do monitoramento e da checagem da acurácia do relato, podem contribuir para a honestidade no contexto científico.

Downloads

Não há dados estatísticos.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
Guazi, T. S., Verdu, A. C. M. A., & Cortez, M. de C. D. (2021). A correspondência não-verbal e verbal na ciência: uma discussão sobre integridade na pesquisa. Revista Brasileira De Terapia Comportamental E Cognitiva, 22(1). https://doi.org/10.31505/rbtcc.v22i1.1440
Seção
Artigos Conceituais